Descobre aqui como a bateria do teu telemóvel pode durar mais. Tens a carregado da pior forma!

Existem muitos mitos em volta das baterias dos smartphones e da sua utilização. As baterias podem ficar viciadas? Devemos ou não carregar o telemóvel até estar totalmente carregado?

Descobre aqui os mitos e as verdades sobre as baterias dos telemóveis:

1. Não se deve utilizar o dispositivo enquanto a bateria está a carregar

Na verdade, os mitos surgem mas não são dadas grandes explicações quanto à sua possível credibilidade. Por que não utilizar o smartphone ou o tablet enquanto está a carregar?

Uma consequência dessa utilização será a de um carregamento mais lento, dependendo do tipo de tarefa que está a ser executada enquanto carrega. Outra das consequências, a que deve realmente ter algum cuidado, é do aquecimento do equipamento, já que está a ser alvo de um esforço extra. Como o calor é o maior inimigo da bateria, uma temperatura excessiva é prejudicial à bateria, não necessariamente apenas durante o período de carga.

2. Carregue sempre a bateria ao máximo!

Muitos dos mitos que ainda hoje se ouvem estão relacionados com as antigas baterias que vinham integradas nos nossos primeiros telemóveis, as baterias de níquel cádmio. Mas hoje em dia, os dispositivos estão, na sua grande maioria, equipados com baterias de iões ou polímeros de lítio, sendo muito mais modernas e com um desempenho muito mais eficiente.

Este tipo de baterias (que não vicia) tem uma vida útil que depende dos ciclos de carga, logo, quantos mais ciclos completar mais rapidamente irá degradar-se. Portanto, manter a bateria entre os 40% e os 80% será mais saudável para a vida útil da sua bateria. Mas se carregar a bateria ao máximo, ou se a deixar descarregar até níveis mais baixos (não inferiores a 10%), não irá notar, a curto prazo, perdas de autonomia significativas. Já uma descarga completa poderá inutilizar definitivamente uma bateria.

3. Não se pode deixar o smartphone a carregar durante toda a noite!

A verdade é que pode. Esta questão vai um pouco de encontro ao mito anterior. Se por um lado, para aumentar o tempo de vida de uma bateria, a sua carga deve oscilar entre os 40% e os 80%, por outro lado, na prática, são muito poucos os utilizadores que o fazem ou passaram a fazer. Deixar o equipamento ligado à eletricidade muito tempo depois de atingir os 100% de carga não será um problema para a maioria deles.

Hoje em dia, todos os equipamentos estão preparados para que, assim que atinjam os 100% de carga, parar de receber energia, pelo que não serão alvo de sobrecarga.

No entanto, os fabricantes têm vindo a alertar para que os equipamentos que fiquem a carregar durante muitas horas seguidas não fiquem cobertos com cobertores, por exemplo, ou para que seja retirada a sua capa durante o processo, já que tendem a aquecer durante o processo de carga.

4. Não é necessário desligar nunca o seu dispositivo móvel (já que desligá-lo poderá danificar a bateria)

Dar algum descanso à bateria ou ao próprio dispositivo não lhe fará mal nenhum. Pelo contrário. Esta ação poderá até ser benéfica para o dispositivo, já que irá “matar” algumas das ações em processo que tendem a diminuir o desempenho dos dispositivos. Pode também ajudar a que o dispositivo atinja uma temperatura mais baixa durante esse período.

5. Desligue Wi-Fi, o GPS e o Bluetooth para economizar bateria

Esta ideia pode não ser um total disparate, ou não ser propriamente um mito, dependendo do equipamento em utilização.

Em primeiro lugar, o Wi-Fi é um recurso relativamente económico, com pouca influência na autonomia. Já os dados móveis são mais consumidores de energia do que o Wi-Fi. Se está no escritório e só liga o Wi-Fi quando necessita mesmo de Internet no smartphone ou no tablet, a poupança de bateria que julga estar a fazer pode ser residual.

Quanto ao GPS, o dispositivo móvel, só o irá pedir localização quando realmente necessitar dela e, nesses casos, terá mais trabalho a ligá-lo manualmente, do que se o mantiver sempre ligado.

Os dispositivos móveis modernos já vêm todos equipados com Bluetooth 4.0, de muito baixo consumo de energia, pelo que as preocupações associadas à autonomia já não se colocam há muito.

Fonte: http://pplware.sapo.pt/gadgets/5-mitos-relacionados-com-baterias-de-dispositivos-moveis

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